A permanecer, em vez de existir. Lá!, na inércia da perícia, na inferência da demência. Em perenes estepes, solto as noites, como açoites, entre a mais idiota das idiossincrasias e a mais bela das interlocuções. Canso o mundo, porque canso o pensamento que, porém, se ergue faminto.
Dobro a folha de papel, aquela infinita, na qual escrevi todas as minhas palavras. Dobro-a uma vez. E outra. Duas mais. E dobro o número de dobras. Como o infinito que se ergue, esfera sobre esfera, as dobras arriscam-se a não existir senão na alucinação de poder colocar todas essas palavras na algibeira.
Permaneço, porque me esqueço de como existir. Bato em mim, forte, levemente. E acredito, só e apenas por ser absurdo.
Dobro a folha de papel, aquela infinita, na qual escrevi todas as minhas palavras. Dobro-a uma vez. E outra. Duas mais. E dobro o número de dobras. Como o infinito que se ergue, esfera sobre esfera, as dobras arriscam-se a não existir senão na alucinação de poder colocar todas essas palavras na algibeira.
Permaneço, porque me esqueço de como existir. Bato em mim, forte, levemente. E acredito, só e apenas por ser absurdo.
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