Os meus preferidos são vermelhos. Esses dotam a paisagem de um contraste peculiar, necessário, com o verde envolvente. O subtil drama que se trava catalisa qualquer experiência, sem que sequer notemos.
Ahahah. Que gargalhadas já neles soltei, quase tantas quantos os suspiros. Gosto de levar um livrinho, daqueles manejáveis, pela palma da mão, mas não pela mente. Aqueles que encantam o pensamento, o expandem, e o deixam dorido e desejando mais… pelo que se contenta em contar as relvas, congeminar as copas das árvores e matutar os cantos dos pássaros.
Aprecio o rígido conforto que tão bem garantem. É o rabo de cada um que tem que se moldar às suas sempre diferentes formas, que deixam sempre diferentes baixos-relevos sobre a nossa indulgente pele. Aprecio a sua iminência aos ares frescos, que limpam o pulmão e nos fazem sonhar com tempos em que o mundo não era um lego dos vícios dos Homens. Aprecio o facto de terem uma vista fixa. Se uma qualquer não nos satisfizer, podemos sempre encontrar outro. Existe sempre outro. E que seja vermelho.
E há tantos jardins, e há tantos bancos. Basta procurar, sem que a busca seja intencional ou evidente, o momento certo, no banco certo, no jardim certo. Certo?
O banco de jardim é o lugar mais triste do mundo. Neles, já fomos tão… Trazem a inevitável saudade e o desejo de reviver. Mas nunca é tão triste quanto quando está vazio, e nos lá imaginamos, comendo um gelado, discutindo poemas, trocando carícias com a pessoa que o banco implora que lá tragamos.
E a verdade é que o meu desejo é sentar-me num banco de jardim, a olhar em volta, sem propósito algum.
Bem acompanhado.
Ahahah. Que gargalhadas já neles soltei, quase tantas quantos os suspiros. Gosto de levar um livrinho, daqueles manejáveis, pela palma da mão, mas não pela mente. Aqueles que encantam o pensamento, o expandem, e o deixam dorido e desejando mais… pelo que se contenta em contar as relvas, congeminar as copas das árvores e matutar os cantos dos pássaros.
Aprecio o rígido conforto que tão bem garantem. É o rabo de cada um que tem que se moldar às suas sempre diferentes formas, que deixam sempre diferentes baixos-relevos sobre a nossa indulgente pele. Aprecio a sua iminência aos ares frescos, que limpam o pulmão e nos fazem sonhar com tempos em que o mundo não era um lego dos vícios dos Homens. Aprecio o facto de terem uma vista fixa. Se uma qualquer não nos satisfizer, podemos sempre encontrar outro. Existe sempre outro. E que seja vermelho.
E há tantos jardins, e há tantos bancos. Basta procurar, sem que a busca seja intencional ou evidente, o momento certo, no banco certo, no jardim certo. Certo?
O banco de jardim é o lugar mais triste do mundo. Neles, já fomos tão… Trazem a inevitável saudade e o desejo de reviver. Mas nunca é tão triste quanto quando está vazio, e nos lá imaginamos, comendo um gelado, discutindo poemas, trocando carícias com a pessoa que o banco implora que lá tragamos.
E a verdade é que o meu desejo é sentar-me num banco de jardim, a olhar em volta, sem propósito algum.
Bem acompanhado.
1 comentário:
desafio quase superado
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