Quatro cadeiras em volta, e um naprón bordado com carinho. Um jarro com meia-dúzia de lilás e o sol poente a espreitar pela janela. O barulho da porta que cede passagem à vida das pessoas.
Uma refeição meio comida, migalhas e manchas de vinho na toalha. O silêncio da digestão e o rádio de tempos antigos. Um jogo de xadrez antes do deitar.
Cinco amigos jogando as cartas e contando as suas biografias, emocionantes e monótonas. Todos os segundos são tidos, nenhum é esperado. A hora de voltar para casa.
Uma refeição meio comida, migalhas e manchas de vinho na toalha. O silêncio da digestão e o rádio de tempos antigos. Um jogo de xadrez antes do deitar.
Cinco amigos jogando as cartas e contando as suas biografias, emocionantes e monótonas. Todos os segundos são tidos, nenhum é esperado. A hora de voltar para casa.
2 comentários:
Gosto...
Hoje ao saber que isto existe, pude encostar-me na cadeira e ler cada coisa enquanto sorria.
Até um dia. Na inevitabilidade de ser na rua do costume.
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