Que dia é hoje?
Que liquido é este néctar que ingiro?
Onde rumam as nuvens de pássaros? Para onde rumam? Será que também rimam?
Quero cortar as unhas. Mas estão curtas. Quero cortar as unhas.
Esta cidade é de plástico. Que idiossincrasia despropositada.
Onde estou? No lugar do costume. Mas que dia é hoje?
Não faço a barba há quatro ou cinco dias. Um quarto do quinto. Barba? Folhagem ruiva de um futuro agreste que não é mais que um passado entre parêntesis.
Hidromel. É hidromel.
Quando foi a última vez que chorei?
35.
Teu sorriso. Ele recorda-me da última vez que chorei. Assim jamais morrerei.
Mas que dia é, que dia é hoje?
É de noite. Mas que dia é hoje?
Estou perturbado. Mas que dia é hoje?
É dia 8. Dia 8 d… não. Não é dia 8. 8? Porquê 8?
Parvoíce. Infantilidade repulsiva, compulsiva, repulsiva.
Quando foi a última vez que chorei?
35.
Ou 8?
8?
Não. 35.
Não posso cortar as unhas. Sangrarei. Sangrar é chorar do corpo.
O plástico não enxaguará. Não ensopará.
O quarto do quinto. Perturbado?
Não morreirei.ruiva.nuvem.hidromel.
Que dia é hoje?
Rima compulsiva. Devora-me. Já. Não, mais tarde. Não, eternamente. Não, nunca.
[idiossincrasia]
Agreste como o deserto.
Este deserto.
Deserto para sentir.
Deserto de sentido.
Tão seco, áspero e turvo como a última vez que chorei. Devora-me denovo.
bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbarulho.
Cidade inconsequente. Para aqui me gravitaste, solta-me agora. Quero o deserto.
35.
35.
8.
Noite fria. Hidrom… não. Isso não seria correcto.
Que dia é hoje?
35?
Sim, só pode ser.
Falo. Serei? Logo… Mais Logo.
Este não é o lugar do costume. Eu perdi o lugar do costume. Ele está na outra ponta do absoluto meio deste deserto tão finito, em cima de cuja incomensurável orla me sento. Me sinto.
Afinal que dia é hoje?
O dia? Ou a noite?
Será que se perguntar que dia foi ontem obterei a minha resposta?.
8.
8?
AHHAAHAHAHAHAH. Mais logo.
Que gravidade perpétua e estupidamente efémera. Grave, este momento. Grávido este pensamento.
Serei filho deste dia que não conheço?
Devora-me pai.
Mas não me roas as unhas. Estão demasiado curtas.
O dia de hoje? Perdi-me. Já não o poderei saber. Assim funciona a lei tácita e inexistente. Esse barulho. Essa cidade, orla, esse sentido, esse pai.
Que será que posso fazer, neste dia de hoje?
Que liquido é este néctar que ingiro?
Onde rumam as nuvens de pássaros? Para onde rumam? Será que também rimam?
Quero cortar as unhas. Mas estão curtas. Quero cortar as unhas.
Esta cidade é de plástico. Que idiossincrasia despropositada.
Onde estou? No lugar do costume. Mas que dia é hoje?
Não faço a barba há quatro ou cinco dias. Um quarto do quinto. Barba? Folhagem ruiva de um futuro agreste que não é mais que um passado entre parêntesis.
Hidromel. É hidromel.
Quando foi a última vez que chorei?
35.
Teu sorriso. Ele recorda-me da última vez que chorei. Assim jamais morrerei.
Mas que dia é, que dia é hoje?
É de noite. Mas que dia é hoje?
Estou perturbado. Mas que dia é hoje?
É dia 8. Dia 8 d… não. Não é dia 8. 8? Porquê 8?
Parvoíce. Infantilidade repulsiva, compulsiva, repulsiva.
Quando foi a última vez que chorei?
35.
Ou 8?
8?
Não. 35.
Não posso cortar as unhas. Sangrarei. Sangrar é chorar do corpo.
O plástico não enxaguará. Não ensopará.
O quarto do quinto. Perturbado?
Não morreirei.ruiva.nuvem.hidromel.
Que dia é hoje?
Rima compulsiva. Devora-me. Já. Não, mais tarde. Não, eternamente. Não, nunca.
[idiossincrasia]
Agreste como o deserto.
Este deserto.
Deserto para sentir.
Deserto de sentido.
Tão seco, áspero e turvo como a última vez que chorei. Devora-me denovo.
bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbarulho.
Cidade inconsequente. Para aqui me gravitaste, solta-me agora. Quero o deserto.
35.
35.
8.
Noite fria. Hidrom… não. Isso não seria correcto.
Que dia é hoje?
35?
Sim, só pode ser.
Falo. Serei? Logo… Mais Logo.
Este não é o lugar do costume. Eu perdi o lugar do costume. Ele está na outra ponta do absoluto meio deste deserto tão finito, em cima de cuja incomensurável orla me sento. Me sinto.
Afinal que dia é hoje?
O dia? Ou a noite?
Será que se perguntar que dia foi ontem obterei a minha resposta?.
8.
8?
AHHAAHAHAHAHAH. Mais logo.
Que gravidade perpétua e estupidamente efémera. Grave, este momento. Grávido este pensamento.
Serei filho deste dia que não conheço?
Devora-me pai.
Mas não me roas as unhas. Estão demasiado curtas.
O dia de hoje? Perdi-me. Já não o poderei saber. Assim funciona a lei tácita e inexistente. Esse barulho. Essa cidade, orla, esse sentido, esse pai.
Que será que posso fazer, neste dia de hoje?
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