No outro dia escrevi sobre cartas. Penso, agora, numa particularmente especial para mim. Marcou-me, mas mais que isso, eu marquei-a. Ela já estava marcada, mas cunhei-a com a minha paixão. E lembro-me de um dos meus poemas preferidos, sobre a ridicularidade das cartas.
Fica para mim este mistério. O seu enigma, podeis lê-lo se quiserdes, amigos do futuro, a quem todos os textos, todas as cartas são enviadas.
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