Somos, uns de outros, memórias, e entramos na realidade pelo presente, pelo acumular dessas memórias. Tais memórias são investimentos, damo-nos por actos – gestos e palavras –, e por expectativas – sentimentos e promessas.
Somos, uns de outros, espelhos, concretizando a imitação, quebrando o vidro que nos dá corpo. Tais estilhaços são instrumento do masoquista sacrifício, o afiado corte, o derrame dos sangues, das energias.
Somos, uns de outros, sonhos, futuros desejados em sonos bons, em sonos maus. Tais comas temos! que silenciar, e tornar imaginário no feito, para que os tantos não se tornem demais, no escuro de espelhos que já não se lembram de como sonhar.
Somos, uns de outros, espelhos, concretizando a imitação, quebrando o vidro que nos dá corpo. Tais estilhaços são instrumento do masoquista sacrifício, o afiado corte, o derrame dos sangues, das energias.
Somos, uns de outros, sonhos, futuros desejados em sonos bons, em sonos maus. Tais comas temos! que silenciar, e tornar imaginário no feito, para que os tantos não se tornem demais, no escuro de espelhos que já não se lembram de como sonhar.
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