Os melhores amigos são aqueles que fazemos na infância. Não aqueles que crescem e se tornam tão grandes como nós. Aqueles que permanecem, iguais.
Podem ser bonecas de trapos. Tecidos que ganham expressão e fazem connosco a lide dos dias. Podem ser heróis de histórias fantásticas. Sobrevivendo os mais impossíveis enredos, partilhando-os com nossos olhos e ouvidos. Podem ser pilotos de automóveis ou vocalistas de bandas rock. Aqueles que se eternalizam, de tão bons e irreverentes, e morrem jovens. Podem ser outras crianças com quem partilhámos parques infantis, escorregas e jogos inocentes. Aqueles que deixamos de ver ainda petizes, permanecendo em recordações imutáveis. Podem mesmo ser imaginários, e desses não há definição nem limite. Aqueles que, mesmo perdendo-se nas memórias ocupadas de sucessões de situações das vidas adultas, se imiscuem bem no fundo do nosso carácter.
Amigos que não decepcionam. Amigos que nos deixam a querer mais tempo com eles, não a querer melhor deles. Amigos tão mais verdadeiros, mas tão menos reais. Ou será o inverso?
Podem ser bonecas de trapos. Tecidos que ganham expressão e fazem connosco a lide dos dias. Podem ser heróis de histórias fantásticas. Sobrevivendo os mais impossíveis enredos, partilhando-os com nossos olhos e ouvidos. Podem ser pilotos de automóveis ou vocalistas de bandas rock. Aqueles que se eternalizam, de tão bons e irreverentes, e morrem jovens. Podem ser outras crianças com quem partilhámos parques infantis, escorregas e jogos inocentes. Aqueles que deixamos de ver ainda petizes, permanecendo em recordações imutáveis. Podem mesmo ser imaginários, e desses não há definição nem limite. Aqueles que, mesmo perdendo-se nas memórias ocupadas de sucessões de situações das vidas adultas, se imiscuem bem no fundo do nosso carácter.
Amigos que não decepcionam. Amigos que nos deixam a querer mais tempo com eles, não a querer melhor deles. Amigos tão mais verdadeiros, mas tão menos reais. Ou será o inverso?
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