Há meia-dúzia de palavras que quero esgrimir. Mas que não consigo nem desejo escolher. Terão que aparecer, ou uma após a outra, ou numa aleatoriedade que brote do rígido método da subjecção. Nem as consigo imaginar, e por isso me sinto impotente. Consigo-me imaginar a imaginá-las. E por isso me sangram os dígitos.
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