C’um cabrão! Quão eloquentemente entornei a minha bebida sobre a mesa. Logo de seguida contei uma história de mim, que mostrou quem eu me escondo. Quem eu me escondo. Lanço graças que o praguejo confessado tenha absorvido todas as atenções, e nenhuma tenha sobrado para os anais de um tipo imbecil o suficiente para entornar a sua bebida.
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