Arde. Ferve por dentro. A raiva ferve por dentro.
Gosto de escrever na paz da alma, para maximizar a contemplação dos temas e das sensações. Fingimentos são demasiado complexos para a finalidade destas coisas. Hoje escrevo abstracto, absorto, esgazeado como se tivesse estado a olhar o céu estrelado tempo demais, a inspirar dióxido de carbono desta urbe. Tempo demais.
Por falar em tempo demais, parei a meio deste parágrafo, e hora e meia depois, a raiva dissipou-se numa névoa de desgosto e tristeza. A sucessão dos sentimentos. Seria um livro interessante. Oiço um dos meus álbuns preferidos, aquele que guardo para os momentos de real mágoa, e nele me perco, olhos fechados, no escuro. Nunca abram os olhos no escuro. Chorarão.
Gosto de escrever na paz da alma, para maximizar a contemplação dos temas e das sensações. Fingimentos são demasiado complexos para a finalidade destas coisas. Hoje escrevo abstracto, absorto, esgazeado como se tivesse estado a olhar o céu estrelado tempo demais, a inspirar dióxido de carbono desta urbe. Tempo demais.
Por falar em tempo demais, parei a meio deste parágrafo, e hora e meia depois, a raiva dissipou-se numa névoa de desgosto e tristeza. A sucessão dos sentimentos. Seria um livro interessante. Oiço um dos meus álbuns preferidos, aquele que guardo para os momentos de real mágoa, e nele me perco, olhos fechados, no escuro. Nunca abram os olhos no escuro. Chorarão.
1 comentário:
Não comento...é demasiado inquientante e por isso guardo o comentário para mim.
É demasiado pessoal para alguma vez alguém ter a ousadia de comentar!
Don't survive...Live!
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